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quinta-feira, 14 de julho de 2011

A falta de isenção


A democratização do acesso a internet e a participação da juventude são de extrema importância para atenuar as ‘forças’ da imprensa parcial. Já é bastante comum ligar o rádio, a televisão ou abrir uma revista e me deparar com palavras e posições tendenciosas. Infelizmente a prática do sectarismo se impregnou nos meios de imprensa, o mais revoltante é ver todos gritando e defendendo aos quatro ventos suas posturas independentes, despretensiosas e apartidárias, sabemos todos nós que isso é a mais pura e descarada inverdade. 

A arrogância presente em alguns órgãos de imprensa é revoltante. Critico sim, mas não quero controlá-la, nosso papel é fundamental temos que fazer o debate democrático, interpretar, opinar, bater e apanhar, nossa única fonte de poder é o grito de discordância. Não quero apenas ela livre, mas também sem o eco de partidos políticos e interesses pessoais, pois os cupinchas partidários estão infiltrados nas redações da imprensa marrom.

Dar a notícia pela metade e criar mentiras, isso é detestável, a imprensa é parcial e finge que não é. As verdades múltiplas e as mentiras sempre negadas já fazem parte do cotidiano dos escusos veículos de comunicação. Fica aqui o meu protesto e repudio aos Senhores pelegos e quinhoeiros que se escondem atrás de câmeras, microfones e folhas de papel, que são defensores única e exclusivamente de suas opiniões viciadas e facilmente modificadas dependendo apenas da conveniência de seus bolsos.
Temos que defender e aplaudir os que ainda não se deixaram dominar e refletem os acontecimentos como eles realmente são. 

 “A imprensa é composta de duas ordens de periódicos: os noticiosos e os políticos”
                                       
    Eça de Queiroz

O próximo pleito bate à nossa porta e não podemos permitir a contaminação de nossas opiniões, que a ira santa da juventude esteja a cada dia mais presente na sociedade e que possamos espalhar a saúde civil sem que ninguém impeça nosso caminhar.

Os bons são maioria!

Pablo Biazotto

4 comentários:

  1. Covardia da nova geração!
    Nos malditos anos da ditadura, todos os covardes encontraram um porto seguro para suas fraquezas. Os que se sentiam perseguidos pela imprensa, teatro e televisão, que eram os meios de comunicação da época, se seguravam na CENSURA para terem seu “direitos” preservados! Esta mesma censura matou obras e impediu a formação intelectual de uma geração, quando achávamos que isso era pedra do passado surgem novos meios de comunicação e com eles novas formas de covardes pedirem refugio na censura! E o pior que desta vez por parcialidade em assuntos que os verdadeiros políticos lutam a anos contra independente de partido ou ideologia!Dito isso;
    Bolo dois por dois;
    Dois ovo, um como de trigo um copo de açúcar, duas colheres de margarina...
    Mais da receita no próximo com censura!!!!!!!!!!!!

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  2. Belo artigo camarada. Hoje, mais do que nunca, seu texto ganhou exemplos práticos.
    Logo, não adianta ir para o lado mais rápido que é colocar pessoas como censoras já que não teremos instrumentos para controlá-lo e aí caímos naquele conto do gato caçando o rato que é caçado pelo cachorro que é caçado pelo leão, que é caçado pelo elefante que é caçado pelo rato... puro desperdício de recurso!!!
    Temos que buscar o caminho mais difícil que é buscar ouvir vários lados da história. Podemos ler Veja e assitir ao Jornal Nacional, mas temos que ler tb Carta Capital e Carta Maior por exemplo.
    A verdadeira arma que qualquer um possui é o saber o conhecimento, sem impáfia, mas que requer trabalho. Assim, chegaremos mais longe!

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  3. Olá!
    gostei do seu texto, em partes hehe
    tenho que defender meus companheiros de profissão hehe, brincadeiras a parte, é preciso entender que hoje as redações sofre do mau do tempo, tudo tem que ser para antes de ontem, e alguns que não tem seu lado ético profissional bem ajustado acaba deletando certas palavras do nosso juramento!
    é preciso repensar em uma nova imprensa, voltada inteiramente para a população pois isso é o nosso trabalho eu exerço jornalismo não para meu lindo ego, e sim para quem não tem voz na sociedade, to aqui pelos que amanhecem e dorme na clandestinidade, pena que muitos não tão!
    temos que começar revoluções mesmo que comecem pequenas temos que fazer é protestando debatendo que encontraremos motivação para mudar ... parabéns pela texto, e pela citação Eça

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  4. A verdade é que, pra muitos os valores se perderam,e a maneira egoista de se ganhar a vida sem pensar em nada e em ninguém é o mal do século...Fazem qualquer coisa para se ter publicações e chamar a atenção daqueles que ainda tem a esperança de abrir o jornal e não se deparar apenas com promessas,calunias,e invencões...Mas ainda temos solução,graças a jovens de atitudes louvaveis como a de vcs, desejo sorte,...(Thais J)

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