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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Eleitores entre 16 e 17 anos diminuiu.

Hoje em dia, conversar sobre política é hipotético. O interesse infelizmente não atingiu ainda a massa. Culpar o sistema se tornou clichê. O que surpreende, foi ver que a maioria dos jovens entre 16 à 17 anos, são altamente críticos. Por que então não observamos o debate mais afincado quando o assunto é política? O baixo investimento na educação poderia responder, mas de qualquer forma, teria muito caminho a percorrer para mudar esse cenário. Digo de uma solução mais prática.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o perfil do eleitorado nessa faixa etária totalizam cerca de 2,39 milhões. Em 2006, esse grupo somava 2,55 milhões. Apesar das campanhas de incentivo, houve uma redução assustadora. De certa forma, fomos todos condicionados ao desinteresse político. Não discurtir se tornou a solução, o que erroneamente pensa-se.
Che Guevara costumava dizer: "Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética." O jovem é a célula do futuro. Buscar conhecer o que está acontecendo ao redor e se conscientizar é a melhor solução. O jovem ainda se sente distante de questões políticas por não ser uma realidade próxima da sua. Talvez pela formalidade, ou por não estar engajado nos problemas sociais. Uma das formas mais eficazes de conscientização, é a conversa corpo a corpo, isto é, pessoalmente. A indignação se torna um grande instrumento, e o ato de votar conclui a mudança. Escolher o candidato, votar e fiscalizar, é extremamente importante numa democracia.

Questioná-los, e incentivá-los a tomar uma posição política na sociedade, esta é a cena que todos queremos alcançar.


3 comentários:

  1. Parabéns Jessika, excelente estreia e de forma muito direta disse a realidade, o jovem não vê a proximidade da política com o seu dia-a-dia, precisamos mostrar o quão próximo está e o quão simples e mobilizar!

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  2. Em todos os tempos o Jovem se achou como uma peça deslocada em movimentos políticos a ponto de sempre ter que formar subcelulas internas nos partidos. Mas por outro lado são estes mesmos jovens que se abstém de participar dos assuntos partidários e cada vez menos vêem em seus representantes alguém que realmente os represente , é fato que se a eleição não fosse obrigatória cada vez menos jovem votariam, cabe a quem faz uma política limpa e honesta agir! E mostrar que ainda resta uma fagulha de esperança, não com visões eleitoreiras mas como um movimento de retomada de espaços. O onda jovem da um pequeno passo nesta direção, mas ainda há muito a se fazer. E sim mais uma vez educação é a chave de tudo!

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  3. Parabéns pelo artigo Jé... Saiba que se nossa juventude tivesse uma mentalidade igual a sua e de tantos outros jovens, nossa política seria muito melhor e muito mais qualificada. Deixo aqui, à você e à esses jovens que trabalham por #TemposMelhores em Limeira, um grande abraço do amigo itanhaense,

    Adriano

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